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segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Pra começar...

Parte que nos interessa do EDITAL do concurso de acesso 2009. Síntese da atribuições do cargo, que todos devem conhecer muito bem, pois muitas dissertativas pedem...qual seu papel frente a situação descrita, ou algo assim e depois a bibliografia, que não deve mudar muito.
ANEXO I – SÍNTESE DAS ATRIBUIÇÕES
Do Coordenador Pedagógico:
I. Coordenar a elaboração, implementação e avaliação do Projeto Pedagógico
da Unidade Educacional, tendo em vista os desafios do cotidiano escolar, as
modalidades e turnos em funcionamento, visando à melhoria da qualidade da
educação, em consonância com as diretrizes educacionais do município;
II. Elaborar o plano de trabalho da Coordenação Pedagógica indicando metas,
estratégias de formação, acompanhamento e avaliação dos impactos da formação
continuada e cronograma de reuniões com a Equipe Docente para Gestão
Pedagógica da U.E.;
III. Coordenar a elaboração e implementação dos Planos de Ensino dos professores,
garantindo a consonância com as diretrizes curriculares da SME;
IV. Promover a análise dos resultados das avaliações internas e externas da
aprendizagem dos alunos estabelecendo conexões com a elaboração do PP,
Plano de Ensino e do Plano de trabalho da Coordenação Pedagógica;
V. Identificar, junto com a Equipe Escolar, casos de educandos que apresentem
dificuldades escolares e necessitem de atendimento diferenciado, orientando
decisões que proporcionem encaminhamentos adequados, especialmente no que
se refere a recuperação e reforço;
VI. Planejar ações para a garantia do trabalho coletivo docente e para a promoção da
integração dos profissionais que compõem a Equipe Técnica da Unidade
Educacional;
VII. Participar da elaboração de critérios de avaliação e acompanhamento das
atividades pedagógicas desenvolvidas na Unidade Educacional, bem como na
organização e remanejamento de educandos em turmas e grupos;
VIII. Acompanhar e avaliar junto com a equipe docente o processo contínuo de
avaliação, nas diferentes atividades e componentes curriculares, bem como
garantir os registros do processo pedagógico;
IX. Analisar os dados obtidos referentes às dificuldades nos processos de ensino e
aprendizagem, expressos nas avaliações internas e externas da U.E. garantindo a
implementação de ações voltadas para sua superação;
X. Organizar e sistematizar a comunicação de informações sobre o trabalho
pedagógico junto aos responsáveis dos alunos;
XI. Garantir a implementação e avaliação dos Programas e Projetos que assegurem a
implementação da Educação Inclusiva e da Educação de Jovens e Adultos;
XII. Desenvolver estudos e pesquisas que permitam ressignificar e atualizar as
práticas pedagógicas em busca de adequá-las a necessidades de aprendizagens
dos alunos;
XIII. Possibilitar acesso e conhecimento de diferentes recursos pedagógicos e
tecnológicos disponíveis, garantindo a instrumentalização dos educadores quanto
à organização e uso dos mesmos;
XIV. Participar na elaboração, articulação e implementação de ações integrando a
Unidade Educacional à comunidade e às organizações sociais voltadas para as
práticas educacionais;
XV. Promover a implementação dos Programas e Projetos da SME por meio da
formação dos professores da Unidade Educacional, bem como do
acompanhamento da aprendizagem dos alunos (avanços, dificuldades,
necessidades específicas, etc.);
XVI. Participar das diferentes instâncias de tomada de decisão quanto à destinação de
recursos financeiros, materiais e humanos da U.E.;
XVII. Promover o estabelecimento de relações que favoreçam a significação do papel
docente, do discente, da instituição educativa e da família, respeitando a autoria, a
autonomia e a diversidade dos envolvidos;
XVIII. Participar dos diferentes momentos de avaliação dos alunos com Necessidades
Educacionais Especiais, promovendo estudos de caso e estabelecendo junto com
os professores critérios de encaminhamentos de alunos com dificuldades de
aprendizagem.


Conhecer o temário é de fundamental importância para ter clareza do profissional que SME busca, as informações que aqui constam podem ser decisivas na dissertativa.

ANEXO IV – PROGRAMAS E BIBLIOGRAFIAS
Observação: Considerar-se-á a legislação vigente até a data da publicação do Edital
de Abertura das Inscrições.
TEMÁRIO
1. Gestão Escolar para o sucesso do ensino e da aprendizagem
1.1 A construção coletiva do projeto pedagógico da unidade educacional - as demandas
sociais e da comunidade educativa; a diversidade como princípio para a formação
de valores democráticos; educar e cuidar como dimensões indissociáveis de toda
ação educacional; o papel da UE como promotora de aproximações sucessivas dos
alunos aos conhecimentos relevantes e significativos para as aprendizagens e
desenvolvimento das crianças, jovens e adultos - como fator de aperfeiçoamento da
prática docente e da gestão escolar.
1.2 A unidade educacional como espaço de formação continuada e de aperfeiçoamento
profissional voltado para a qualificação da ação docente;
1.3 O processo de avaliação do desenvolvimento e do desempenho escolar como
instrumento de análise, acompanhamento, intervenção e reorientação da ação
pedagógica: os avanços da aprendizagem dos alunos, inclusive os que apresentam
necessidades educacionais especiais, e o desenvolvimento da UE enquanto
comunidade de aprendizagem;
1.4 A Educação e as Novas Tecnologias da Informação e da Comunicação;
1.5 O cotidiano escolar para a educação de hoje: a construção de valores de uma vida
cidadã que possibilita aprender e socializar saberes, desenvolver atitudes
cooperativas, solidárias e responsáveis.
2. Currículos e Programas
2.1 Saberes e práticas voltados para o desenvolvimento de competências cognitivas,
afetivas, sociais e culturais;
2.2 O desenvolvimento da competência leitora e os saberes escolares das diversas
áreas de conhecimento;
2.3 Concepção sobre os processos de desenvolvimento e aprendizagem;
2.4 Organização dos conteúdos de aprendizagem;
2.5 A Escola, o Currículo e a Diversidade;
2.6 Educação básica: articulação e desenvolvimento curricular.
3. Educação e Sociedade
3.1 Sociedade, Educação e Culturas;
3.2 Cidadania no mundo globalizado.


BIBLIOGRAFIA GERAL – PARA TODOS OS CARGOS
1. Publicações Institucionais
BRASIL. Ministério da Educação. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas
Educacionais. Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM): fundamentação teóricometodológica.
Brasília: MEC/ INEP, 2005 (p. 11 a 53).
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Ensino fundamental
de 9 anos: orientações para a inclusão da criança de 6 anos de idade. Brasília: Ministério
da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2007.
BRASIL. Ministério da Educação. SEESP. Acessibilidade arquitetônica. In: BRASIL.
Ministério da Educação Atendimento educacional especializado: deficiência física.
Brasília: MEC/SEESP, 2007 (p. 105 a 108).
BRASIL. Ministério da Educação. SEESP. Inclusão Escolar de Alunos Cegos e Baixa
Visão. In: Atendimento educacional especializado: deficiência visual. Brasília:
MEC/SEESP, 2007 (p. 13 a 27).
CARVALHO, Marília Pinto de. O Fracasso escolar de meninos e meninas: articulações
entre gênero e cor/raça. In: PISCITELLI, Adriana; MELO, Hildete Pereira de; MALUF,
Sonia W. ; PUGA, Vera Lúcia (Org.). Olhares feministas. Brasília: Ministério da
Educação: UNESCO, 2009.
CUNHA, Manuela Carneiro da. O Futuro da questão indígena. In: SILVA, Aracy Lopes
da; GRUPIONI, Luis Donisete Benzi. A Temática indígena na escola: novos subsídios
para professores de 1º e 2º graus. São Paulo: Global; Brasília: MEC: UNESCO, 2004.
SÃO PAULO (Cidade). Secretaria de Educação. Diretoria de Orientação Técnica.
Referencial sobre avaliação da aprendizagem na área da deficiência intelectual – RAADI.
São Paulo: SME/DOT, 2008 (p. 10 a 27).
SÃO PAULO (Cidade). Secretaria de Educação de São Paulo. Diretoria de Orientação
Técnica. Orientações gerais para o ensino de língua e matemática no ciclo I. São Paulo:
SME/DOT, 2006. Disponível em: www.portaleducacao.prefeitura.sp.gov.br
SÃO PAULO (Cidade). Secretaria de Educação. Diretoria de Orientação Técnica.
Referencial de expectativas para o desenvolvimento da competência leitora e escritora
no ciclo II do ensino fundamental. São Paulo: SME/DOT, 2006. Disponível em:
www.portaleducacao.prefeitura.sp.gov.br
SÃO PAULO (Cidade). Secretaria de Educação. Diretoria de Orientação Técnica.
Orientações curriculares: expectativas de aprendizagem para educação de jovens e
adultos EJA. São Paulo: SME/DOT, 2008. Disponível em:
www.portaleducacao.prefeitura.sp.gov.br
SÃO PAULO (Cidade). Secretaria de Educação. Diretoria de Orientação Técnica.
Matrizes de referência para a avaliação do rendimento escolar. São Paulo: SME/DOT,
2007. Disponível em: www.portaleducacao.prefeitura.sp.gov.br
SÃO PAULO (Cidade). Secretaria de Educação. Diretoria de Orientação Técnica.
Referencial sobre avaliação da aprendizagem de alunos com necessidades educacionais
especiais. São Paulo: SME/DOT: 2007 ( p. 16 a 39).
SÃO PAULO (Cidade). Secretaria de Educação. Diretoria de Orientação Técnica.
Orientações curriculares: proposição de expectativas de aprendizagem – LIBRAS. São
Paulo: SME/DOT, 2008. (p. 14 a 17). Disponível em:
www.portaleducacao.prefeitura.sp.gov.br
SÃO PAULO (Cidade). Secretaria de Educação. Diretoria de Orientação Técnica.
Orientações curriculares: expectativas de aprendizagem para educação étnico-racial.
São Paulo: SME/DOT, 2008.
SÃO PAULO (Cidade). Secretaria de Educação. Educação: fazer e aprender na cidade
de São Paulo. São Paulo: Fundação Padre Anchieta, 2008.
SÃO PAULO (Cidade). Secretaria de Educação. Orientações didáticas: alfabetização e
letramento – EJA e MOVA. São Paulo: SME/DOT, 2008. Disponível em:
www.portaleducacao.prefeitura.sp.gov.br
SÃO PAULO (Cidade). Secretaria de Educação: SME/DOT. Toda força ao primeiro ano:
contemplando as especificidades dos alunos surdos. São Paulo: SME/DOT, 2007 (p. 12
a 29). Disponível em: www.portaleducacao.prefeitura.sp.gov.br
SÃO PAULO (Cidade). Secretaria de Educação. Diretoria de Orientação Técnica.
Reorganização da EJA: Educação de Jovens e Adultos da rede municipal de educação
de São Paulo. São Paulo: SME/DOT, 2008. Disponível em:
www.portaleducacao.prefeitura.sp.gov.br
SÃO PAULO (Cidade). Secretaria de Educação. Diretoria de Orientação Técnica.
Caderno de orientações didáticas ler e escrever: tecnologias na educação. São Paulo:
SME/DOT, 2007. Disponível em: www.portaleducacao.prefeitura.sp.gov.br
2. Legislação
Legislação Federal
Constituição da República Federativa do Brasil - promulgada em 5 de outubro de 1988,
Artigos 5°, 37 ao 41, 205 ao 214, 227 ao 229.
Lei Federal n.° 8.069, de 13/07/90 - Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do
Adolescente, Artigos 53 a 59 e 136 a 137.
Lei Federal n.° 9.394, de 20/12/96 - Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação
Nacional.
Lei Federal nº 10.172, de 09/01/01 – Aprova o Plano Nacional de Educação.
Lei Federal 10.436, de 24/04/02 – Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS.
Lei Federal nº 10.793, de 01/12/03 – Altera a redação do art. 26, § 3º, e do art. 92 da Lei
9.394/96, que estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional.
Lei Federal nº 11.114, de 16/05/05 – Altera os artigos 6º, 30, 32 e 87 da Lei 9.394/96, com o
objetivo de tornar obrigatório o início do ensino fundamental aos seis anos de idade.
Lei Federal nº 11.274, de 06/02/06 – Altera a redação dos artigos 29, 30, 32 e 87 da Lei
nº 9.394/96, que estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional, dispondo
sobre a duração de 9 (nove) anos para o ensino fundamental, com matrícula obrigatória
a partir dos 6(seis) anos de idade.
Lei Federal nº 11.645, de 10/03/08 – Altera a Lei 9.394/96, modificada pela Lei
10.639/03, que estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional, para incluir no
currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-
Brasileira e Indígena”.
Lei Federal nº 11.494, de 20/06/07 que regulamenta o Fundo de Manutenção e
Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação –
FUNDEB.
Resolução CNE/CEB nº 02/98 – Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o
Ensino Fundamental.
Resolução CNE/CEB nº 03/98 – Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o
Ensino Médio.
Resolução CNE/CEB n° 03/99 - Fixa Diretrizes Nacionais para o funcionamento das
Escolas Indígenas.
Resolução CNE/CEB nº 01/00 – Estabelece Diretrizes Curriculares Nacionais para a
Educação de Jovens e Adultos.
Resolução CNE/CEB nº 02/01 – Institui Diretrizes Nacionais para a Educação Especial
na Educação Básica.
Resolução CNE/CP nº 01/04 – Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para a
Educação das Relações Etnico - Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-
Brasileira e Africana.
Resolução CNE/CEB nº 04/06 – Altera o Artigo 10 da Resolução CNE/CEB nº 03/98.
Legislação Municipal
Lei Orgânica do Município de São Paulo - Título VI, Capítulo 1, artigos 200 a 211.
Lei n° 8.989, de 29/10/79 – Dispõe sobre o Estatuto dos Funcionários Públicos do
Município de São Paulo, artigos 178 e 179.
Lei nº 14.660, de 26/12/07 – Dispõe sobre as alterações das Leis nº 11.229/92, nº
11.434/93 e legislação subsequente, reorganiza os Quadros dos Profissionais de
Educação, com as respectivas carreiras, criado pela Lei nº 11.434/93, e consolida o
Estatuto dos Profissionais de Educação Municipal.
Lei nº 14.709, de 03/04/08 – Dispõe sobre o reajustamento das Escalas de Padrões de
Vencimentos dos Quadros dos Profissionais da Educação, absorção das gratificações
instituídas pela Lei nº 14.244, de 29/11/06, na forma que especifica e introduz alterações
na Lei nº 14.660, de 26/12/07 – Artigos 15 a 23.
Lei nº 14.715, de 08/04/08 – Altera dispositivos das Leis nºs 9.480/82 e 10.224/86, as
quais dispõem respectivamente sobre as carreiras de Agente Vistor, concede
Gratificação por Desempenho de Atividade, instituída pela Lei 14.600/07 e Lei nº 14.660,
de 26/12/07 – Artigos 7º a 17.
Lei nº 14.896, de 03/02/09 – Dispõe sobre a inclusão de artigo na Lei 14.660, de
26/12/07, e dá outras providências.
Lei 13.304/02 – Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS.
Decreto Municipal nº 45.415, de 18/10/04 – Estabelece Diretrizes para a Política de
Atendimento às Crianças, Adolescentes, Jovens e Adultos com Necessidades
Educacionais Especiais no Sistema Municipal de Ensino.
Decreto Municipal nº 45.652 – dá nova redação ao parágrafo artigo 7º do Decreto
45.415/04.
Deliberação CME nº 03/06 – Dispõe sobre o Ensino Fundamental de nove anos no
Sistema Municipal de Ensino de São Paulo.
Indicação CME nº 07/06 - Ensino Fundamental de 9 (nove) anos.
Observação
Na legislação indicada, devem ser incorporadas as alterações supervenientes.
3. Livros e artigos
1. Gestão Escolar
a) Projeto pedagógico
PERRENOUD, Phillipe. Ensinar: agir na urgência, decidir na incerteza. Porto Alegre:
Artmed, 2001 (cap. 5).
THURLER, Mônica Gather. Inovar no interior da escola, Porto Alegre: Artmed, 2001.
b) Unidade Educacional como espaço de formação
PERRENOUD, Philippe. O Trabalho sobre o habitus na formação de professores: análise
das práticas e tomada de consciência. In: PERRENOUD, Philippe; PAQUAY, Léopold;
ALTET, Marguerite; CHARLIER, Évelyne. (Orgs.) Formando professores profissionais:
quais estratégias? Quais competências? Porto Alegre: Artmed, 2001 (cap. 9).
PIMENTA, Selma G.; GHEDIN, Evandro (Orgs.). Professor reflexivo no Brasil: gênese e
crítica de um conceito. São Paulo: Cortez, 2002. – Parte I (cap. 1, 2 e 3).
c) Processo de Avaliação
HADJI, C. Avaliação desmistificada. Porto Alegre: Artmed, 2001.
HOFFMANN, Jussara. Avaliação mediadora: uma prática em construção da pré-escola à
universidade. Porto Alegre: Mediação, 2003.
KLEIN, Ruben; FONTANIVE, Nilma Santos. Avaliação em larga escala: uma proposta
inovadora. Em Aberto, Brasília, v. 15, nº 66, p. 29 a 34, abr/jun.1995.
OLIVEIRA, Romualdo. Avaliações externas podem auxiliar o trabalho pedagógico da
escola? In: EDUCAÇÃO: fazer e aprender na cidade de São Paulo. São Paulo:
Fundação Padre Anchieta, 2008.
d) Educação e as Novas Tecnologias
BARRETO, Raquel G. A Apropriação educacional das tecnologias da informação e da
comunicação. In: LOPES, Alice C.; MACEDO, Elizabeth (Orgs.). Currículo: debates
contemporâneos. São Paulo: Cortez, 2002. (Série Cultura, memória e currículo, v. 2)
MORAN, José Manoel; MASETTO, Marcos. Novas tecnologias e mediação pedagógica.
Campinas: Papirus, 2000.
e) O cotidiano escolar
COELHO, Maria Inês de Matos. Por que a educação e a formação humana na
contemporaneidade? In: COELHO, Maria Inês de Matos, COSTA, Anna Edith Bellico
(Orgs.). A Educação e a formação humana: tensões e desafios na contemporaneidade.
Porto Alegre: Artmed, 2009.
THOMAZI, Áurea Regina Guimarães. Práticas de leitura na escola: entre a formação
humana e a formação escolar. In: COELHO, Maria Inês de Matos, COSTA, Anna Edith
Bellico (Orgs.). A Educação e a formação humana: tensões e desafios na
contemporaneidade. Porto Alegre: Artmed, 2009.
2. Currículos e Programas
a) Saberes e práticas
FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa, Rio de
Janeiro: Paz e Terra, 2000.
TARDIF, Maurice; LESSARD, Claude. O Trabalho docente: elementos para uma teoria da
docência como profissão de interações humanas. Petrópolis, RJ: Vozes, 2007. (cap. 6 e 7).
b) Desenvolvimento da competência leitora
COLOMER, Teresa; CAMPS, Anna. Ensinar a ler, ensinar a compreender. Porto Alegre:
Artmed, 2002. (cap. 2, 3 e 4).
LERNER, Délia. Ler e escrever na escola: o real, o possível e o necessário. Porto Alegre:
Artmed, 2002.
Concepção sobre os processos de desenvolvimento e aprendizagem
COLL, Cesar. Aprendizagem escolar e construção de conhecimento. Porto Alegre:
Artmed: 1994. (cap. 5 e 6).
OLIVEIRA, Marta Kohl. Jovens e adultos como sujeitos de conhecimento e
aprendizagem. Revista Brasileira de Educação, nº 12, p. 59-73, set./dez. 1999.
c) Organização dos conteúdos de aprendizagem
ZABALA, Antoni. Enfoque globalizador e pensamento complexo: uma proposta para o
currículo escolar. Porto Alegre: Artmed, 2002. (cap. 1, 2 e 3).
d) Educação básica
FREITAS, Luiz Carlos de. Ciclos, seriação e avaliação: confronto de lógicas. São Paulo:
Moderna, 2003.
RIBEIRO, Vera M. Masagão (Org.). Educação de jovens e adultos: novos leitores, novas
leituras. Campinas: Mercado de Letras, ALB; São Paulo: Ação Educativa; 2001. (Coleção
Leitoras no Brasil).
3. Educação e sociedade
a) Sociedade educação e culturas
ALARCÃO, Isabel. Escola, reflexiva e nova racionalidade. Porto Alegre: Armed, 2001
(cap. 1).
HARGREAVES. Andy. O Ensino na sociedade do conhecimento: educação na era da
insegurança. Porto Alegre: Artmed, 2004.
b) Cidadania no mundo globalizado
PERRENOUD, Phillipe. Ensinar: agir na urgência, decidir na incerteza. Porto Alegre:
Artmed, 2001 (cap. 1).
SANTOS, Milton. Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência
universal. Rio de Janeiro: Record, 2001



COORDENADOR PEDAGÓGICO
Currículos e programas
a) Saberes e práticas voltados para o desenvolvimento de competências afetivas,
sociais e culturais/Escola Currículo e diversidade/Concepção sobre os
processos de desenvolvimento e aprendizagem: desenvolvimento da
competência leitora e os saberes escolares
BARBOSA, Maria Carmen S. Por amor e por força: rotinas na educação infantil. Porto
Alegre: Artmed, 2006. (cap. 7, 8 e 9).
CAMPS, Ana. Propostas didáticas para aprender a escrever. Porto Alegre: Artmed, 2006.
(cap. 1, 2 e 3).
CARDOSO, Beatriz et al. Ensinar: tarefa para profissionais. Rio de Janeiro: Record,
2007. (parte II).
FERREIRO, Emilia. Com todas as letras. 2.ed. São Paulo: Cortez, 1993.
________. Reflexões sobre alfabetização. São Paulo. Cortez, 2001.
OLIVEIRA, Zilma Ramos de. Educação infantil: fundamentos e métodos. São Paulo:
Cortez, 2007. (cap. IX).
OSTETTO, Luciana E. (Org.). Educação infantil: saberes e fazeres da formação de
professores. Campinas: Papirus, 2008. (cap. 2 e 5).
PANIZZA, Mabel et al. Ensinar matemática na educação infantil e nas séries iniciais:
análises e propostas. Porto Alegre: Artmed, 1998. (cap. 1 e 2).
SOLÉ, Isabel. Estratégias de leitura. 6.ed. Porto Alegre: Artmed, 1998.
SOLIGO, Rosaura, (Org.); PRADO, Guilherme do Val Toledo (Org.). Porque escrever é
fazer história: revelações, subversões, superações. São Paulo: Alínea, 2007. (cap.1 e 16).
WEISZ, Telma. O Diálogo entre o ensino e a aprendizagem. São Paulo: Ática, 2002.
b) Organização dos conteúdos de aprendizagem – O desenvolvimento da
competência leitora
SÃO PAULO (Cidade). Secretaria de Educação. Diretoria de Orientação Técnica.
Tempos e espaços para a infância e suas linguagens nos CEIs, creches e EMEIs da
cidade de São Paulo. São Paulo: SME/DOT, 2006. Disponível em:
www.portaleducacao.prefeitura.sp.gov.br
SÃO PAULO (Cidade). Secretaria de Educação. Diretoria de Orientação Técnica. A Rede
em rede a formação continuada na educação infantil - fase 1. São Paulo: SME/DOT,
2007. Disponível em: www.portaleducacao.prefeitura.sp.gov.br
SÃO PAULO (Cidade). Secretaria de Educação. Diretoria de Orientação Técnica.
Orientações curriculares: expectativas de aprendizagens e orientações didáticas para a
Educação Infantil. São Paulo: SME/DOT, 2007. Disponível em:
www.portaleducacao.prefeitura.sp.gov.br
SÃO PAULO (Cidade). Secretaria de Educação. Diretoria de Orientação Técnica. As
Mídias no universo infantil: um diálogo possível. São Paulo: SME/DOT, 2008. Disponível
em: www.portaleducacao.prefeitura.sp.gov.br
SÃO PAULO (Cidade). Secretaria de Educação. Diretoria de Orientação Técnica.
Orientações curriculares: proposição de expectativas de aprendizagem do ensino
fundamental - ciclo I. São Paulo: SME/DOT, 2007. Disponível em:
www.portaleducacao.prefeitura.sp.gov.br
SÃO PAULO (Cidade). Secretaria de Educação. Diretoria de Orientação Técnica. Projeto
toda força ao primeiro ano: guia para o planejamento do professor alfabetizador -
orientações para o planejamento e avaliação do trabalho com o 1° ano do ensino
fundamental . São Paulo: SME/DOT, 2006. (v. 1, 2 e 3). Disponível em:
www.portaleducacao.prefeitura.sp.gov.br
SÃO PAULO (Cidade). Secretaria de Educação. Diretoria de Orientação Técnica. Guia
de planejamento do professor e orientações didáticas para o professor do 2°ano do ciclo
l. São Paulo: SME/DOT, 2007. (v. 1 e 2). Disponível em:
www.portaleducacao.prefeitura.sp.gov.br
SÃO PAULO (Cidade). Secretaria de Educação. Diretoria de Orientação Técnica.
Projeto intensivo no ciclo I: material do professor. São Paulo: SME/DOT, 2006. (v. 1, 2 e
3). Disponível em: www.portaleducacao.prefeitura.sp.gov.br
SÃO PAULO (Cidade). Secretaria de Educação. Diretoria de Orientação Técnica.
Orientações curriculares: proposição de expectativas de aprendizagem do ensino
fundamental - ciclo II. (Matemática, Língua Portuguesa, História, Geografia, Ciências,
Artes, Inglês e Educação Física). São Paulo: SME/DOT, 2007. Disponível em:
www.portaleducacao.prefeitura.sp.gov.br
SÃO PAULO (Cidade). Secretaria de Educação. Diretoria de Orientação Técnica.
Orientações Curriculares: proposições de expectativas de aprendizagem. Língua
Portuguesa para pessoa surda. São Paulo: SME/DOT, 2008. (p. 14 a 21). Disponível em:
www.portaleducacao.prefeitura.sp.gov.br
1. Legislação
Resolução CNE/CEB nº 01/99 – Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para a
Educação Infantil;
Deliberação CME nº 03/97 – Estabelece diretrizes para elaboração do Regimento
Escolar dos Estabelecimentos de Educação Infantil e de Ensino Fundamental e Médio
vinculados ao sistema de Ensino do Município de São Paulo.

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