Parte que nos interessa do EDITAL do concurso de acesso 2009. Síntese da atribuições do cargo, que todos devem conhecer muito bem, pois muitas dissertativas pedem...qual seu papel frente a situação descrita, ou algo assim e depois a bibliografia, que não deve mudar muito.
ANEXO I – SÍNTESE DAS ATRIBUIÇÕES
Do Coordenador Pedagógico:
I. Coordenar a elaboração, implementação e avaliação do Projeto Pedagógico
da Unidade Educacional, tendo em vista os desafios do cotidiano escolar, as
modalidades e turnos em funcionamento, visando à melhoria da qualidade da
educação, em consonância com as diretrizes educacionais do município;
II. Elaborar o plano de trabalho da Coordenação Pedagógica indicando metas,
estratégias de formação, acompanhamento e avaliação dos impactos da formação
continuada e cronograma de reuniões com a Equipe Docente para Gestão
Pedagógica da U.E.;
III. Coordenar a elaboração e implementação dos Planos de Ensino dos professores,
garantindo a consonância com as diretrizes curriculares da SME;
IV. Promover a análise dos resultados das avaliações internas e externas da
aprendizagem dos alunos estabelecendo conexões com a elaboração do PP,
Plano de Ensino e do Plano de trabalho da Coordenação Pedagógica;
V. Identificar, junto com a Equipe Escolar, casos de educandos que apresentem
dificuldades escolares e necessitem de atendimento diferenciado, orientando
decisões que proporcionem encaminhamentos adequados, especialmente no que
se refere a recuperação e reforço;
VI. Planejar ações para a garantia do trabalho coletivo docente e para a promoção da
integração dos profissionais que compõem a Equipe Técnica da Unidade
Educacional;
VII. Participar da elaboração de critérios de avaliação e acompanhamento das
atividades pedagógicas desenvolvidas na Unidade Educacional, bem como na
organização e remanejamento de educandos em turmas e grupos;
VIII. Acompanhar e avaliar junto com a equipe docente o processo contínuo de
avaliação, nas diferentes atividades e componentes curriculares, bem como
garantir os registros do processo pedagógico;
IX. Analisar os dados obtidos referentes às dificuldades nos processos de ensino e
aprendizagem, expressos nas avaliações internas e externas da U.E. garantindo a
implementação de ações voltadas para sua superação;
X. Organizar e sistematizar a comunicação de informações sobre o trabalho
pedagógico junto aos responsáveis dos alunos;
XI. Garantir a implementação e avaliação dos Programas e Projetos que assegurem a
implementação da Educação Inclusiva e da Educação de Jovens e Adultos;
XII. Desenvolver estudos e pesquisas que permitam ressignificar e atualizar as
práticas pedagógicas em busca de adequá-las a necessidades de aprendizagens
dos alunos;
XIII. Possibilitar acesso e conhecimento de diferentes recursos pedagógicos e
tecnológicos disponíveis, garantindo a instrumentalização dos educadores quanto
à organização e uso dos mesmos;
XIV. Participar na elaboração, articulação e implementação de ações integrando a
Unidade Educacional à comunidade e às organizações sociais voltadas para as
práticas educacionais;
XV. Promover a implementação dos Programas e Projetos da SME por meio da
formação dos professores da Unidade Educacional, bem como do
acompanhamento da aprendizagem dos alunos (avanços, dificuldades,
necessidades específicas, etc.);
XVI. Participar das diferentes instâncias de tomada de decisão quanto à destinação de
recursos financeiros, materiais e humanos da U.E.;
XVII. Promover o estabelecimento de relações que favoreçam a significação do papel
docente, do discente, da instituição educativa e da família, respeitando a autoria, a
autonomia e a diversidade dos envolvidos;
XVIII. Participar dos diferentes momentos de avaliação dos alunos com Necessidades
Educacionais Especiais, promovendo estudos de caso e estabelecendo junto com
os professores critérios de encaminhamentos de alunos com dificuldades de
aprendizagem.
Conhecer o temário é de fundamental importância para ter clareza do profissional que SME busca, as informações que aqui constam podem ser decisivas na dissertativa.
ANEXO IV – PROGRAMAS E BIBLIOGRAFIAS
Observação: Considerar-se-á a legislação vigente até a data da publicação do Edital
de Abertura das Inscrições.
TEMÁRIO
1. Gestão Escolar para o sucesso do ensino e da aprendizagem
1.1 A construção coletiva do projeto pedagógico da unidade educacional - as demandas
sociais e da comunidade educativa; a diversidade como princípio para a formação
de valores democráticos; educar e cuidar como dimensões indissociáveis de toda
ação educacional; o papel da UE como promotora de aproximações sucessivas dos
alunos aos conhecimentos relevantes e significativos para as aprendizagens e
desenvolvimento das crianças, jovens e adultos - como fator de aperfeiçoamento da
prática docente e da gestão escolar.
1.2 A unidade educacional como espaço de formação continuada e de aperfeiçoamento
profissional voltado para a qualificação da ação docente;
1.3 O processo de avaliação do desenvolvimento e do desempenho escolar como
instrumento de análise, acompanhamento, intervenção e reorientação da ação
pedagógica: os avanços da aprendizagem dos alunos, inclusive os que apresentam
necessidades educacionais especiais, e o desenvolvimento da UE enquanto
comunidade de aprendizagem;
1.4 A Educação e as Novas Tecnologias da Informação e da Comunicação;
1.5 O cotidiano escolar para a educação de hoje: a construção de valores de uma vida
cidadã que possibilita aprender e socializar saberes, desenvolver atitudes
cooperativas, solidárias e responsáveis.
2. Currículos e Programas
2.1 Saberes e práticas voltados para o desenvolvimento de competências cognitivas,
afetivas, sociais e culturais;
2.2 O desenvolvimento da competência leitora e os saberes escolares das diversas
áreas de conhecimento;
2.3 Concepção sobre os processos de desenvolvimento e aprendizagem;
2.4 Organização dos conteúdos de aprendizagem;
2.5 A Escola, o Currículo e a Diversidade;
2.6 Educação básica: articulação e desenvolvimento curricular.
3. Educação e Sociedade
3.1 Sociedade, Educação e Culturas;
3.2 Cidadania no mundo globalizado.
BIBLIOGRAFIA GERAL – PARA TODOS OS CARGOS
1. Publicações Institucionais
BRASIL. Ministério da Educação. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas
Educacionais. Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM): fundamentação teóricometodológica.
Brasília: MEC/ INEP, 2005 (p. 11 a 53).
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Ensino fundamental
de 9 anos: orientações para a inclusão da criança de 6 anos de idade. Brasília: Ministério
da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2007.
BRASIL. Ministério da Educação. SEESP. Acessibilidade arquitetônica. In: BRASIL.
Ministério da Educação Atendimento educacional especializado: deficiência física.
Brasília: MEC/SEESP, 2007 (p. 105 a 108).
BRASIL. Ministério da Educação. SEESP. Inclusão Escolar de Alunos Cegos e Baixa
Visão. In: Atendimento educacional especializado: deficiência visual. Brasília:
MEC/SEESP, 2007 (p. 13 a 27).
CARVALHO, Marília Pinto de. O Fracasso escolar de meninos e meninas: articulações
entre gênero e cor/raça. In: PISCITELLI, Adriana; MELO, Hildete Pereira de; MALUF,
Sonia W. ; PUGA, Vera Lúcia (Org.). Olhares feministas. Brasília: Ministério da
Educação: UNESCO, 2009.
CUNHA, Manuela Carneiro da. O Futuro da questão indígena. In: SILVA, Aracy Lopes
da; GRUPIONI, Luis Donisete Benzi. A Temática indígena na escola: novos subsídios
para professores de 1º e 2º graus. São Paulo: Global; Brasília: MEC: UNESCO, 2004.
SÃO PAULO (Cidade). Secretaria de Educação. Diretoria de Orientação Técnica.
Referencial sobre avaliação da aprendizagem na área da deficiência intelectual – RAADI.
São Paulo: SME/DOT, 2008 (p. 10 a 27).
SÃO PAULO (Cidade). Secretaria de Educação de São Paulo. Diretoria de Orientação
Técnica. Orientações gerais para o ensino de língua e matemática no ciclo I. São Paulo:
SME/DOT, 2006. Disponível em: www.portaleducacao.prefeitura.sp.gov.br
SÃO PAULO (Cidade). Secretaria de Educação. Diretoria de Orientação Técnica.
Referencial de expectativas para o desenvolvimento da competência leitora e escritora
no ciclo II do ensino fundamental. São Paulo: SME/DOT, 2006. Disponível em:
www.portaleducacao.prefeitura.sp.gov.br
SÃO PAULO (Cidade). Secretaria de Educação. Diretoria de Orientação Técnica.
Orientações curriculares: expectativas de aprendizagem para educação de jovens e
adultos EJA. São Paulo: SME/DOT, 2008. Disponível em:
www.portaleducacao.prefeitura.sp.gov.br
SÃO PAULO (Cidade). Secretaria de Educação. Diretoria de Orientação Técnica.
Matrizes de referência para a avaliação do rendimento escolar. São Paulo: SME/DOT,
2007. Disponível em: www.portaleducacao.prefeitura.sp.gov.br
SÃO PAULO (Cidade). Secretaria de Educação. Diretoria de Orientação Técnica.
Referencial sobre avaliação da aprendizagem de alunos com necessidades educacionais
especiais. São Paulo: SME/DOT: 2007 ( p. 16 a 39).
SÃO PAULO (Cidade). Secretaria de Educação. Diretoria de Orientação Técnica.
Orientações curriculares: proposição de expectativas de aprendizagem – LIBRAS. São
Paulo: SME/DOT, 2008. (p. 14 a 17). Disponível em:
www.portaleducacao.prefeitura.sp.gov.br
SÃO PAULO (Cidade). Secretaria de Educação. Diretoria de Orientação Técnica.
Orientações curriculares: expectativas de aprendizagem para educação étnico-racial.
São Paulo: SME/DOT, 2008.
SÃO PAULO (Cidade). Secretaria de Educação. Educação: fazer e aprender na cidade
de São Paulo. São Paulo: Fundação Padre Anchieta, 2008.
SÃO PAULO (Cidade). Secretaria de Educação. Orientações didáticas: alfabetização e
letramento – EJA e MOVA. São Paulo: SME/DOT, 2008. Disponível em:
www.portaleducacao.prefeitura.sp.gov.br
SÃO PAULO (Cidade). Secretaria de Educação: SME/DOT. Toda força ao primeiro ano:
contemplando as especificidades dos alunos surdos. São Paulo: SME/DOT, 2007 (p. 12
a 29). Disponível em: www.portaleducacao.prefeitura.sp.gov.br
SÃO PAULO (Cidade). Secretaria de Educação. Diretoria de Orientação Técnica.
Reorganização da EJA: Educação de Jovens e Adultos da rede municipal de educação
de São Paulo. São Paulo: SME/DOT, 2008. Disponível em:
www.portaleducacao.prefeitura.sp.gov.br
SÃO PAULO (Cidade). Secretaria de Educação. Diretoria de Orientação Técnica.
Caderno de orientações didáticas ler e escrever: tecnologias na educação. São Paulo:
SME/DOT, 2007. Disponível em: www.portaleducacao.prefeitura.sp.gov.br
2. Legislação
Legislação Federal
Constituição da República Federativa do Brasil - promulgada em 5 de outubro de 1988,
Artigos 5°, 37 ao 41, 205 ao 214, 227 ao 229.
Lei Federal n.° 8.069, de 13/07/90 - Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do
Adolescente, Artigos 53 a 59 e 136 a 137.
Lei Federal n.° 9.394, de 20/12/96 - Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação
Nacional.
Lei Federal nº 10.172, de 09/01/01 – Aprova o Plano Nacional de Educação.
Lei Federal 10.436, de 24/04/02 – Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS.
Lei Federal nº 10.793, de 01/12/03 – Altera a redação do art. 26, § 3º, e do art. 92 da Lei
9.394/96, que estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional.
Lei Federal nº 11.114, de 16/05/05 – Altera os artigos 6º, 30, 32 e 87 da Lei 9.394/96, com o
objetivo de tornar obrigatório o início do ensino fundamental aos seis anos de idade.
Lei Federal nº 11.274, de 06/02/06 – Altera a redação dos artigos 29, 30, 32 e 87 da Lei
nº 9.394/96, que estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional, dispondo
sobre a duração de 9 (nove) anos para o ensino fundamental, com matrícula obrigatória
a partir dos 6(seis) anos de idade.
Lei Federal nº 11.645, de 10/03/08 – Altera a Lei 9.394/96, modificada pela Lei
10.639/03, que estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional, para incluir no
currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-
Brasileira e Indígena”.
Lei Federal nº 11.494, de 20/06/07 que regulamenta o Fundo de Manutenção e
Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação –
FUNDEB.
Resolução CNE/CEB nº 02/98 – Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o
Ensino Fundamental.
Resolução CNE/CEB nº 03/98 – Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o
Ensino Médio.
Resolução CNE/CEB n° 03/99 - Fixa Diretrizes Nacionais para o funcionamento das
Escolas Indígenas.
Resolução CNE/CEB nº 01/00 – Estabelece Diretrizes Curriculares Nacionais para a
Educação de Jovens e Adultos.
Resolução CNE/CEB nº 02/01 – Institui Diretrizes Nacionais para a Educação Especial
na Educação Básica.
Resolução CNE/CP nº 01/04 – Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para a
Educação das Relações Etnico - Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-
Brasileira e Africana.
Resolução CNE/CEB nº 04/06 – Altera o Artigo 10 da Resolução CNE/CEB nº 03/98.
Legislação Municipal
Lei Orgânica do Município de São Paulo - Título VI, Capítulo 1, artigos 200 a 211.
Lei n° 8.989, de 29/10/79 – Dispõe sobre o Estatuto dos Funcionários Públicos do
Município de São Paulo, artigos 178 e 179.
Lei nº 14.660, de 26/12/07 – Dispõe sobre as alterações das Leis nº 11.229/92, nº
11.434/93 e legislação subsequente, reorganiza os Quadros dos Profissionais de
Educação, com as respectivas carreiras, criado pela Lei nº 11.434/93, e consolida o
Estatuto dos Profissionais de Educação Municipal.
Lei nº 14.709, de 03/04/08 – Dispõe sobre o reajustamento das Escalas de Padrões de
Vencimentos dos Quadros dos Profissionais da Educação, absorção das gratificações
instituídas pela Lei nº 14.244, de 29/11/06, na forma que especifica e introduz alterações
na Lei nº 14.660, de 26/12/07 – Artigos 15 a 23.
Lei nº 14.715, de 08/04/08 – Altera dispositivos das Leis nºs 9.480/82 e 10.224/86, as
quais dispõem respectivamente sobre as carreiras de Agente Vistor, concede
Gratificação por Desempenho de Atividade, instituída pela Lei 14.600/07 e Lei nº 14.660,
de 26/12/07 – Artigos 7º a 17.
Lei nº 14.896, de 03/02/09 – Dispõe sobre a inclusão de artigo na Lei 14.660, de
26/12/07, e dá outras providências.
Lei 13.304/02 – Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS.
Decreto Municipal nº 45.415, de 18/10/04 – Estabelece Diretrizes para a Política de
Atendimento às Crianças, Adolescentes, Jovens e Adultos com Necessidades
Educacionais Especiais no Sistema Municipal de Ensino.
Decreto Municipal nº 45.652 – dá nova redação ao parágrafo artigo 7º do Decreto
45.415/04.
Deliberação CME nº 03/06 – Dispõe sobre o Ensino Fundamental de nove anos no
Sistema Municipal de Ensino de São Paulo.
Indicação CME nº 07/06 - Ensino Fundamental de 9 (nove) anos.
Observação
Na legislação indicada, devem ser incorporadas as alterações supervenientes.
3. Livros e artigos
1. Gestão Escolar
a) Projeto pedagógico
PERRENOUD, Phillipe. Ensinar: agir na urgência, decidir na incerteza. Porto Alegre:
Artmed, 2001 (cap. 5).
THURLER, Mônica Gather. Inovar no interior da escola, Porto Alegre: Artmed, 2001.
b) Unidade Educacional como espaço de formação
PERRENOUD, Philippe. O Trabalho sobre o habitus na formação de professores: análise
das práticas e tomada de consciência. In: PERRENOUD, Philippe; PAQUAY, Léopold;
ALTET, Marguerite; CHARLIER, Évelyne. (Orgs.) Formando professores profissionais:
quais estratégias? Quais competências? Porto Alegre: Artmed, 2001 (cap. 9).
PIMENTA, Selma G.; GHEDIN, Evandro (Orgs.). Professor reflexivo no Brasil: gênese e
crítica de um conceito. São Paulo: Cortez, 2002. – Parte I (cap. 1, 2 e 3).
c) Processo de Avaliação
HADJI, C. Avaliação desmistificada. Porto Alegre: Artmed, 2001.
HOFFMANN, Jussara. Avaliação mediadora: uma prática em construção da pré-escola à
universidade. Porto Alegre: Mediação, 2003.
KLEIN, Ruben; FONTANIVE, Nilma Santos. Avaliação em larga escala: uma proposta
inovadora. Em Aberto, Brasília, v. 15, nº 66, p. 29 a 34, abr/jun.1995.
OLIVEIRA, Romualdo. Avaliações externas podem auxiliar o trabalho pedagógico da
escola? In: EDUCAÇÃO: fazer e aprender na cidade de São Paulo. São Paulo:
Fundação Padre Anchieta, 2008.
d) Educação e as Novas Tecnologias
BARRETO, Raquel G. A Apropriação educacional das tecnologias da informação e da
comunicação. In: LOPES, Alice C.; MACEDO, Elizabeth (Orgs.). Currículo: debates
contemporâneos. São Paulo: Cortez, 2002. (Série Cultura, memória e currículo, v. 2)
MORAN, José Manoel; MASETTO, Marcos. Novas tecnologias e mediação pedagógica.
Campinas: Papirus, 2000.
e) O cotidiano escolar
COELHO, Maria Inês de Matos. Por que a educação e a formação humana na
contemporaneidade? In: COELHO, Maria Inês de Matos, COSTA, Anna Edith Bellico
(Orgs.). A Educação e a formação humana: tensões e desafios na contemporaneidade.
Porto Alegre: Artmed, 2009.
THOMAZI, Áurea Regina Guimarães. Práticas de leitura na escola: entre a formação
humana e a formação escolar. In: COELHO, Maria Inês de Matos, COSTA, Anna Edith
Bellico (Orgs.). A Educação e a formação humana: tensões e desafios na
contemporaneidade. Porto Alegre: Artmed, 2009.
2. Currículos e Programas
a) Saberes e práticas
FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa, Rio de
Janeiro: Paz e Terra, 2000.
TARDIF, Maurice; LESSARD, Claude. O Trabalho docente: elementos para uma teoria da
docência como profissão de interações humanas. Petrópolis, RJ: Vozes, 2007. (cap. 6 e 7).
b) Desenvolvimento da competência leitora
COLOMER, Teresa; CAMPS, Anna. Ensinar a ler, ensinar a compreender. Porto Alegre:
Artmed, 2002. (cap. 2, 3 e 4).
LERNER, Délia. Ler e escrever na escola: o real, o possível e o necessário. Porto Alegre:
Artmed, 2002.
Concepção sobre os processos de desenvolvimento e aprendizagem
COLL, Cesar. Aprendizagem escolar e construção de conhecimento. Porto Alegre:
Artmed: 1994. (cap. 5 e 6).
OLIVEIRA, Marta Kohl. Jovens e adultos como sujeitos de conhecimento e
aprendizagem. Revista Brasileira de Educação, nº 12, p. 59-73, set./dez. 1999.
c) Organização dos conteúdos de aprendizagem
ZABALA, Antoni. Enfoque globalizador e pensamento complexo: uma proposta para o
currículo escolar. Porto Alegre: Artmed, 2002. (cap. 1, 2 e 3).
d) Educação básica
FREITAS, Luiz Carlos de. Ciclos, seriação e avaliação: confronto de lógicas. São Paulo:
Moderna, 2003.
RIBEIRO, Vera M. Masagão (Org.). Educação de jovens e adultos: novos leitores, novas
leituras. Campinas: Mercado de Letras, ALB; São Paulo: Ação Educativa; 2001. (Coleção
Leitoras no Brasil).
3. Educação e sociedade
a) Sociedade educação e culturas
ALARCÃO, Isabel. Escola, reflexiva e nova racionalidade. Porto Alegre: Armed, 2001
(cap. 1).
HARGREAVES. Andy. O Ensino na sociedade do conhecimento: educação na era da
insegurança. Porto Alegre: Artmed, 2004.
b) Cidadania no mundo globalizado
PERRENOUD, Phillipe. Ensinar: agir na urgência, decidir na incerteza. Porto Alegre:
Artmed, 2001 (cap. 1).
SANTOS, Milton. Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência
universal. Rio de Janeiro: Record, 2001
COORDENADOR PEDAGÓGICO
Currículos e programas
a) Saberes e práticas voltados para o desenvolvimento de competências afetivas,
sociais e culturais/Escola Currículo e diversidade/Concepção sobre os
processos de desenvolvimento e aprendizagem: desenvolvimento da
competência leitora e os saberes escolares
BARBOSA, Maria Carmen S. Por amor e por força: rotinas na educação infantil. Porto
Alegre: Artmed, 2006. (cap. 7, 8 e 9).
CAMPS, Ana. Propostas didáticas para aprender a escrever. Porto Alegre: Artmed, 2006.
(cap. 1, 2 e 3).
CARDOSO, Beatriz et al. Ensinar: tarefa para profissionais. Rio de Janeiro: Record,
2007. (parte II).
FERREIRO, Emilia. Com todas as letras. 2.ed. São Paulo: Cortez, 1993.
________. Reflexões sobre alfabetização. São Paulo. Cortez, 2001.
OLIVEIRA, Zilma Ramos de. Educação infantil: fundamentos e métodos. São Paulo:
Cortez, 2007. (cap. IX).
OSTETTO, Luciana E. (Org.). Educação infantil: saberes e fazeres da formação de
professores. Campinas: Papirus, 2008. (cap. 2 e 5).
PANIZZA, Mabel et al. Ensinar matemática na educação infantil e nas séries iniciais:
análises e propostas. Porto Alegre: Artmed, 1998. (cap. 1 e 2).
SOLÉ, Isabel. Estratégias de leitura. 6.ed. Porto Alegre: Artmed, 1998.
SOLIGO, Rosaura, (Org.); PRADO, Guilherme do Val Toledo (Org.). Porque escrever é
fazer história: revelações, subversões, superações. São Paulo: Alínea, 2007. (cap.1 e 16).
WEISZ, Telma. O Diálogo entre o ensino e a aprendizagem. São Paulo: Ática, 2002.
b) Organização dos conteúdos de aprendizagem – O desenvolvimento da
competência leitora
SÃO PAULO (Cidade). Secretaria de Educação. Diretoria de Orientação Técnica.
Tempos e espaços para a infância e suas linguagens nos CEIs, creches e EMEIs da
cidade de São Paulo. São Paulo: SME/DOT, 2006. Disponível em:
www.portaleducacao.prefeitura.sp.gov.br
SÃO PAULO (Cidade). Secretaria de Educação. Diretoria de Orientação Técnica. A Rede
em rede a formação continuada na educação infantil - fase 1. São Paulo: SME/DOT,
2007. Disponível em: www.portaleducacao.prefeitura.sp.gov.br
SÃO PAULO (Cidade). Secretaria de Educação. Diretoria de Orientação Técnica.
Orientações curriculares: expectativas de aprendizagens e orientações didáticas para a
Educação Infantil. São Paulo: SME/DOT, 2007. Disponível em:
www.portaleducacao.prefeitura.sp.gov.br
SÃO PAULO (Cidade). Secretaria de Educação. Diretoria de Orientação Técnica. As
Mídias no universo infantil: um diálogo possível. São Paulo: SME/DOT, 2008. Disponível
em: www.portaleducacao.prefeitura.sp.gov.br
SÃO PAULO (Cidade). Secretaria de Educação. Diretoria de Orientação Técnica.
Orientações curriculares: proposição de expectativas de aprendizagem do ensino
fundamental - ciclo I. São Paulo: SME/DOT, 2007. Disponível em:
www.portaleducacao.prefeitura.sp.gov.br
SÃO PAULO (Cidade). Secretaria de Educação. Diretoria de Orientação Técnica. Projeto
toda força ao primeiro ano: guia para o planejamento do professor alfabetizador -
orientações para o planejamento e avaliação do trabalho com o 1° ano do ensino
fundamental . São Paulo: SME/DOT, 2006. (v. 1, 2 e 3). Disponível em:
www.portaleducacao.prefeitura.sp.gov.br
SÃO PAULO (Cidade). Secretaria de Educação. Diretoria de Orientação Técnica. Guia
de planejamento do professor e orientações didáticas para o professor do 2°ano do ciclo
l. São Paulo: SME/DOT, 2007. (v. 1 e 2). Disponível em:
www.portaleducacao.prefeitura.sp.gov.br
SÃO PAULO (Cidade). Secretaria de Educação. Diretoria de Orientação Técnica.
Projeto intensivo no ciclo I: material do professor. São Paulo: SME/DOT, 2006. (v. 1, 2 e
3). Disponível em: www.portaleducacao.prefeitura.sp.gov.br
SÃO PAULO (Cidade). Secretaria de Educação. Diretoria de Orientação Técnica.
Orientações curriculares: proposição de expectativas de aprendizagem do ensino
fundamental - ciclo II. (Matemática, Língua Portuguesa, História, Geografia, Ciências,
Artes, Inglês e Educação Física). São Paulo: SME/DOT, 2007. Disponível em:
www.portaleducacao.prefeitura.sp.gov.br
SÃO PAULO (Cidade). Secretaria de Educação. Diretoria de Orientação Técnica.
Orientações Curriculares: proposições de expectativas de aprendizagem. Língua
Portuguesa para pessoa surda. São Paulo: SME/DOT, 2008. (p. 14 a 21). Disponível em:
www.portaleducacao.prefeitura.sp.gov.br
1. Legislação
Resolução CNE/CEB nº 01/99 – Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para a
Educação Infantil;
Deliberação CME nº 03/97 – Estabelece diretrizes para elaboração do Regimento
Escolar dos Estabelecimentos de Educação Infantil e de Ensino Fundamental e Médio
vinculados ao sistema de Ensino do Município de São Paulo.
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